O Instituto de Conservação da Natureza (ICNF) passa a assumir os poderes de intervenção, que estavam ligados à protecção civil, nas áreas ardidas, mas apenas fora da época alta dos fogos.


O Algarve foi o local escolhido para ser o novo gabinete de investigação do novo paradigma da directiva governamental, com intervenções em Monchique e Silves. Relativamente à floresta, o ICNF, na época fria, passará a comandar as forças de protecção civil, mas na época quente, essa coordenação passará para a Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Cerca de quatro dezenas de vigilantes da natureza, sapadores florestais, militares do GIPS - GNR e operacionais da Força Especial de Bombeiros realizaram provas formativa/informativa de demonstração das acções a levar a cabo para travar a erosão dos solos. O programa passa agora a ser feito em grande escala, com outros agentes no terreno, envolvendo autarquias e produtores florestais, numa área com cerca de 200 hectares. Os custos são suportados por sete candidaturas aprovadas.




22-02-2019

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